Dança ECOS – GRITOS QUE SE PERDEM

Prazo para captação:

De 01/01/13 até 31/12/14

Descrição

ECOS – GRITOS QUE SE PERDEM é um espetáculo de dança criado e produzido pela Lúmini Cia de Dança, com o objetivo principal de abordar a cultura brasileira a partir do surgimento do Rio São Francisco,

Quem Incentiva Pessoa Jurídica Pessoa Física

Região BR

Tipo de imposto abatido IR

Valor autorizado para captação:

R$ 1.934.411,62

Resumo

ECOS – GRITOS QUE SE PERDEM é um espetáculo de dança criado e produzido pela Lúmini Cia de Dança, com o objetivo principal de abordar a cultura brasileira a partir do surgimento do Rio São Francisco,

Objetivo

Apresentar um espetáculo genuinamente brasileiro, que fala sobre nossa rica cultura, em um período em que a cidade irá abrigar uma série de eventos com visibilidade mundial, como a Copa do Mundo e estará repleta turistas, um público sempre interessado em espetáculos genuinamente brasileiros. Estimular o intercâmbio e a divulgação dos inúmeros projetos que têm como referência a cultura originária das margens do Rio São Francisco. Cultura, meio ambiente e identidade nacional são os pilares deste projeto.
Apresentar algumas características do nosso povo ao povo brasileiro em geral, levando para o palco valores da nossa cultura e chamando a atenção para a perda das tradições da nossa gente frente ao processo de globalização e colonialismo cultural. Realizar 60 apresentações do espetáculo ECOS – GRITOS QUE SE PERDEM, sendo elas:
56 para pagantes no Rio de Janeiro (todos os sábados e 2 domingos por mês) 12 GRATUITAS para comunidades de baixa renda e estudantes da rede pública do Rio de Janeiro (2 domingos por mês) 04 GRATUITAS para comunidades de baixa renda e estudantes da rede pública e convidados do projeto na Bahia (01 apresentação por dia em 04 dias consecutivos) Realizar rodas de bate-papo entre os artistas envolvidos no projeto e o público, após as apresentações, abordando temas ligados à produção de espetáculos culturais, o mercado de trabalho, e a importância da
valorização da cultura nacional.
Realizar um documentário contendo o making off do projeto e sua fase de execução.

Nº do Diário Oficial

246 de 21/12/2012

Onde vai acontecer

RJ: Todas as cidades
BA: Todas as cidades
Jaborandi
Planalto
Jandaíra
Serrinha
Canápolis
Candeias
Belmonte
Ipira

Data de realização

Não definida

Público

Classes A, B, C, D e E
Alunos da rede pública de ensino e instituições que desenvolvam trabalho social.

Descrição

ECOS – GRITOS QUE SE PERDEM é uma leitura em cores e movimentos da rica e densa cultura popular forjada a partir das margens do Rio São Francisco, no qual natureza e história se entrelaçam para a produção de valores e tradições que compuseram não apenas o Nordeste brasileiro, mas que, a partir deste, espalhou-se pelo território nacional ao longo dos vários fluxos migratórios, influenciando, inclusive, as regiões metropolitanas do Sudeste. Com o objetivo de chamar a atenção da sociedade, ECOS fala sobre a perda das tradições de nosso povo em busca de sobrevivência. A ideia principal é relacionar o fenômeno acústico, eco – som que se propaga com menor intensidade a cada vez que se repete – com o processo de degeneração da nossa herança cultural, que perde sua força devido às transformações da sociedade. Conduz o público às primeiras civilizações e retrata tradições e costumes de povos de várias regiões do nosso país. A cultura indígena, a negra, o sertanejo e os povos ribeirinhos são abordados segundo a visão da Lúmini. Apresenta lendas, como a do rio São Francisco, que foi formado pelas lágrimas de uma linda cabocla chamada Iati, e a lenda do Nego D’água. O espetáculo começa com sons de animais, conduzindo o público à selva Amazônica. Índios, vitórias régias – um sistema de molas sob uma superfície de espelho para refletir a luz, a medida que os bailarinos (índios) se movem sobre ele. A abertura se inspira em uma lenda que conta uma história que diz que há muito tempo, na Serra da Canastra, existia uma grande tribo indígena, em que vivia uma linda cabocla chamada Iati. Com o início de uma guerra no norte, todas as tribos do sul foram convocadas e o noivo de Iati partiu entre os guerreiros. Mas eles estavam em número tão grande que seus passos afundaram no sulco do Cerrado. Iati, triste e desolada, chorou copiosamente até os últimos dias de sua vida. Suas lágrimas desesperadas formaram a Cachoeira de Cascadante e seguiram o sulco afundado pelos passos dos guerreiros, formando o Rio São Francisco (o Rio São Francisco nasce de duas cachoeiras Cascadantes os olhos de Iatí). Nesta cena utilizamos o CO2, que gera uma fumaça pesada que cobre as bases das vitórias régias com movimento semelhante ao de um rio. Em seguida, o espetáculo narra a saga das lavadeiras do Rio São Francisco e na lenda do Nêgo D’água que conta que este vive nas profundezas do rio, importunando lavadeiras e pescadores que não o agradam com presentes como fumo de mascar e pinga. Contam que o Nêgo D’água costuma virar as canoas dos pescadores que teimam em pescar durante a Piracema ou que utilizam técnicas de pescaria que prejudicam o ambiente das águas. O Nêgo D’água também é um sedutor e costuma fazer amor com as lavadeiras mais ousadas, que aparecem grávidas sem que se saiba quem é o pai da criança. Neste trabalho utilizamos uma estrutura com rodas, num formato de saia rodada, onde três mulheres, que descem de tecidos fazendo acrobacias aéreas, se encaixam e deslizam no palco (pelas rodas), até que um personagem masculino surge e dança com elas. Suas saias passam a flutuar e se transformam em criaturas aquáticas, medusas coloridas. As belas dunas do vilarejo de Icatú oferece ao público a celebração da cultura que se forma pela ocupação humana de um território de explendor. Entre as inúmeras graças, destaca-se a habilidade da população com o barro. Assim com Icatú, várias outras cidades do nosso país sobrevivem do artesanato do barro. Nos inspiramos em alguns símbolos, como a mesa de olaria, onde construímos uma mesa de 2,0 metros de altura com um disco giratório; tomando a visão bíblica da criação do homem, por Deus, através do barro e o colocamos sobre o disco; os quatro elementos da natureza, terra, água, fogo e o ar (representados por quatro bailarinos), fundamentais para qualquer oleiro, já que a terra e a água formam a matéria prima, o fogo e o ar concluem a obra; e a mulher dada por Deus ao homem neste caso uma bailarina desce suspensa por uma lira sobre o disco giratório, se unindo ao homem. Tomando o curso do Rio Opará e seus afluentes até chegarmos ao sertão nordestino, chega-se a uma pesquisa coreográfica nos movimentos da capoeira, frevo, xote, baião, xaxado, dos bonecos de Olinda, do repentista. Nesta parte, mostramos a alegria, de um povo marcado pelo trabalho duro na terra através desafio dançado. Com a colonização pelos portugueses, vieram os negros e, com eles, uma cultura rica em símbolos e significados, produzidos como resistência a escravidão e como fruto da miscigenação de inúmeras etnias oriundas do continente africano e com portugueses e índios. O espetáculo se encerra tendo como referencial a linha de pedestre de um sinal de trânsito e dançamos o caos das grandes metrópoles, em um registro da presença das culturas produzidas as margens do “Velho Chico” no Brasil urbano.

– Inclusão da Logomarca  do patrocinador em todo material gráfico, site, banners;

– Citação do patrocinio no início do espetáculo;

– Sessão de 10% dos ingressos para o patrocinador;

– Realização de apresentação exclusiva para convidados da Empresa.

ECOS – GRITOS QUE SE PERDEM

06 de maio de 2014

ECOS – GRITOS QUE SE PERDEM é um espetáculo de dança criado e produzido pela Lúmini Cia de Dança, com o objetivo principal de abordar a cultura brasileira a partir do surgimento do Rio São Francisco, com suas tradições, costumes e lendas. Com temporada de 7 meses no Rio de Janeiro e Curta-temporada de 1 semana na Bahia em homenagem à região tema do projeto. Totalizando 60 apresentações.

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