Teatro OUI, OUI… A FRANÇA É AQUI! A REVISTA DO ANO

Descrição

O espetáculo musical é um dos 11 projetos selecionados dentre mais de 600 aprovados pela Lei ISS, para integrar a programação oficial dos 450 anos do Rio. Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Texto 2009

Quem Incentiva Pessoa Jurídica

Região Rio de Janeiro

Tipo de imposto abatido ISS

Valor autorizado para captação:

R$ 679.927,50

Resumo

O espetáculo musical é um dos 11 projetos selecionados dentre mais de 600 aprovados pela Lei ISS, para integrar a programação oficial dos 450 anos do Rio. Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Texto 2009

Objetivo

O projeto tem o objetivo de remontar o espetáculo “Oui, oui…a França é aqui! – A Revista do Ano”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche, com direção de João Fonseca, e realizar temporada de 2 meses no Teatro Maison de France, em homenagem aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro. O projeto é um dos 11 selecionados pelo Comitê Rio 450, dentre mais de 600 aprovados pela Lei, para integrar a programação oficial da data comemorativa.
O espetáculo estreou em 2009 no Teatro Maison de France onde realizou seis meses de temporada com sucesso de público e crítica. Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Texto (2009) e indicado a outros diversos prêmios, participou de festivais de teatro e cumpriu temporada também no Teatro Fashion Mall.
O objetivo do espetáculo é retratar a influência francesa no Rio de Janeiro através da estrutura do teatro de revista, com seus números musicais e esquetes cômicos. Como disse Bárbara Heliodora no Jornal O Globo, a peça é “a perfeita ilustração da França que mora aqui, com humor e irreverência”.
O teatro de revista conquistou o Rio de Janeiro e se tornou um enorme sucesso. Mas a influência não foi apenas no teatro. Os hábitos, os costumes, a música e a arquitetura, também contribuíram para o “afrancesamento” da cidade do Rio de Janeiro.
Nada mais pertinente para comemorar os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, do que trazer de volta aos palcos cariocas essa ode à cidade!
“Um marco histórico na busca de uma nova era para o musical carioca–além do recurso à velha revista, estão em cena artistas ligados a melhor tradição recente de trabalho de grupo” Tania Brandão/O Globo

Nº do Diário Oficial

WEC318/01/2014

Onde vai acontecer

RJ: Todas as cidades

Data de realização

Não definida

Público

O projeto tem como público-alvo jovens, adultos e terceira-idade de todas as classes sociais, estudantes, admiradores de teatro, música, cultura, história.

Descrição

Realização de temporada de dois meses do musical Oui Oui… A França é Aqui! A Revista do Anono Teatro Maison de France. O projeto  é um dos 11 selecionados pelo Comitê Rio 450, dentre mais de 600 aprovados pela Lei, para integrar a programação oficial da data comemorativa. Veja a carta de apoio Institucional concedida pelo comitê.

Com elenco de estrelas dos palcos cariocas, direção do premiado João Fonseca e texto de Gustavo Gasparani (ganhador do prêmio Shell 2013 de melhor ator e autor dos sucessos “Otelo da Mangueira”, “Opereta Carioca” e “As Mimosas da Praça Tiradentes) e Eduardo Rieche (autor de “É samba na veia, é Candeia”), o espetáculo “Oui, Oui…a França é Aqui – A Revista do Ano” estreou em 2009 no Teatro Maison de France. Devido ao sucesso de público e crítica, a temporada foi prorrogada até 2010.  O espetáculo venceu o Prêmio Shell 2009 de Melhor Texto, além de ter sido indicado em outras três categorias – atriz (Solange Badim), música (Nando Duarte e João Callado) e direção (Fonseca). Foi indicado ao Prêmio APTR 2009 nas categorias atriz coadjuvante (Solange Badim) e ator coadjuvante (Cristiano Gualda), Prêmio Contigo de Teatro nas categorias musical nacional, direção, figurino e Prêmio Qualidade Brasil nas categorias Espetáculo Musical, Direção, Atriz e cenário. Cumpriu temporada no Teatro Fashion Mall (julho e agosto de 2010),  participou do Festival de Curitiba (março de 2010), fez participações no SESC Petrópolis (julho de 2010) e no Festival Internacional de Teatro de Angra dos Reis (setembro de 2010).

Através da estrutura do teatro de revista, com números musicais e esquetes cômicos, o espetáculo retrata a influência francesa no Rio de Janeiro. A escolha do gênero para narrar essa “história-homenagem”, se dá pelo fato da Revista-de-ano ter surgido na França, no século XVIII, nas feiras de Saint-Laurent e Saint-Germain, em Paris. Seu criador, Lesage, não imaginava que a Revista se espalharia rapidamente pelo mundo durante a Belle époque, período em que a capital francesa era o centro cultural do mundo, ditando moda e costumes. Cinco anos após seu surgimento, a Revista-de-ano chegaria ao Brasil e encontraria em Arthur Azevedo a sua mais bela tradução.

 

A Revista-de-Ano caracterizava-se por passar em revista os fatos do ano que terminava. Tratava-se de uma resenha dos acontecimentos, teatralizada, musicada e com muito humor. Havia uma pequena história, um enredo tênue e ingênuo, mas flexível o bastante para desencadear o desfile dos principais fatos e figuras que se destacaram durante o ano. O enredo era desencadeado já no prólogo, que costumeiramente se dava numa região extraterrestre ou fora da cidade revistada durante o espetáculo. Havia uma dupla de apresentadores chamada de Compéres (ou Compadres). Un coup de théatre colocava um desses compadres em situação de perseguição, busca ou fuga. Iniciava-se, então, a ação de movimento. A correria pela cidade levava-os ao encontro de tipos e locais significativos para o público.

Contrapartida de imagem:

A logomarca do patrocinador será inserida em todo o material de divulgação (que será bilíngue):

•Logomarca do patrocinador em 1.000 (hum mil) programas (Folder com 4 faces, impressão 4×4 cores, formato 20,0 x 15,0 cm, couché 120g);

• Logomarca do patrocinador em 1.000 (hum mil) cartões postais (Formato 10,50 x 15 cm, impressão 4×4 cores sobre papel cartão supremo 350g);

•Colocação de um banner permanente em ambiente externo (3,40 x 0,90 m) e interno (2,60 x 0,80 m) do teatro (conforme especificações exigidas no edital);

• Cessão de uma página do programa para inserção de texto institucional do patrocinador;

• Logomarca do patrocinador em 1.000 (hum mil) convites (Formato 14,8 x 21 cm, impressão 4×4 cores sobre papel cartão supremo 350g, com aplicação de verniz fosco);

•Logomarca do patrocinador, exibida em vídeo de animação antes de cada sessão e/ ou citação em OFF veiculado antes do início de cada sessão;

•Logomarca em anúncios no Jornal O Globo: Segundo Caderno e Rio Show (06 unidades – 2 col x 10 cm);

•Logomarca em releases enviados para imprensa através de Assessoria de Imprensa específica;

• Citação do patrocinador em entrevistas concedidas pelo elenco e equipe de criação para divulgação do espetáculo em veículos de comunicação agendados a partir da ação da Assessoria de Imprensa contratada, que desenvolverá um plano de comunicação específico para o projeto;

•DVD de divulgação enviado as principais TV´s;

•Utilização de imagens do espetáculo para comunicação/publicidade da empresa patrocinadora;

• Exibição de vídeo Institucional antes do espetáculo desde que o teatro ofereça recursos apropriados para projeção e esteja em conformidade com o termo de utilização do teatro;

• Desconto de 50% na compra de ingressos para todos os empregados do patrocinador, desde que identificados com o crachá da empresa apresentado na bilheteria do teatro;

Contrapartida Negocial:

• Cessão de ingressos proporcionais ao valor do patrocínio, tendo como base 10% da capacidade total do espaço;

• Entrevista com um dos atores e / ou diretor do espetáculo em veículo de comunicação interna da empresa patrocinadora.

Contrapartida Social:

• Promoção de 01 sessão gratuita para estudantes de escolas de instituições públicas de ensino do Rio de Janeiro, pessoas portadoras de deficiência, com transporte e lanche;

• Formação e novas oportunidades para jovens, oferecendo estágio nas diversas etapas de criação e/ ou temporada da peça.

Contrapartida de Sustentabilidade:

• O material de divulgação será confeccionado com papel certificado produzido por fontes responsáveis;

 

• Em todas as peças gráficas, com exceção dos programas, estará escrito: “Material reciclável. Descarte em local adequado”.

OUI, OUI… A FRANÇA É AQUI! A REVISTA DO ANO

28 de novembro de 2014

AS CRÍTICAS

“É justo que a mais alegre comemoração do ano França-Brasil tenha lugar no Teatro Maison de France…O elenco de ‘Oui Oui’ tem a alegria e o humor de quem faz um trabalho prazeroso e está empenhado em uma alegre comunicação com o público” Barbara Heliodora – O Globo – Nov/09

“Ranzinzas, conservadores, mal-humorados, treme – ela voltou. E voltou com a benção de sua mãe pátria, a França, e a mordacidade carioca mais corrosiva…Trata-se de mais um marco histórico na busca de uma nova era para o musical carioca” Tânia Brandão – O Globo – Nov/09

“A peça parece mesmo trabalho de companhia. Solange Badim, impagável como a francesa Torre Eiffel, Cristiano Gualda, Marya Bravo, Gottsha, César Augusto e Gustavo Gasparani num tour de force de canto e humor, se integram bem e se divertem junto com o público” Cristiane Jatahy – O Globo – Nov/09

 

“Dirigido por João Fonseca, o musical retrata com bom humor a influência francesa no Brasil. Em formato de revista do ano, gênero surgido na França no século XVIII, a montagem é costurada por esquetes e números musicais impagáveis entoados por seis atores-cantores de alto nível” Letícia Pimenta – Veja Rio – Nov/09

OS AUTORES

Gustavo Gasparani – Com “Oui, Oui… a França é Aqui!” continua seu trabalho de pesquisa e busca de uma dramaturgia genuinamente brasileira para musicais, iniciado com “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “Otelo da Mangueira” e “Opereta Carioca”.  “Opereta Carioca” foi indicada como Melhor Musical Brasileiro e Melhor Cenário na edição de 2009 do Prêmio Contigo. “Otelo da Mangueira” foi indicado ao prêmio Shell 2005 e considerado um dos quatro melhores espetáculos de 2006 pela imprensa paulista e por Antunes Filho. Fez turnê por 10 cidades do país e foi indicada pela crítica Bárbara Heliodora, em seu livro “Por que ler Shakespeare?”, como uma das melhores adaptações a partir do universo shakespeareano, juntamente com as obras de Verdi, Prokofiev, Mendelsshon, Orson Welles, Martins Pena e Leonard Berstein. “Opereta Carioca” foi um dos 10 melhores espetáculos de 2008 segundo o jornal O Dia, recebeu rasgados elogios de Sérgio Brito e indicação ao prêmio Shell de melhor figurino. Característica marcante do autor e também produtor, que emplacou três musicais de sucesso nos últimos quatro anos, é colocar o Rio como cenário e sua cultura como fonte de inspiração de sua obra. Há três anos faz o roteiro e a direção dos prêmios Estandarte de Ouro (jornal O Globo) e Grande Prêmio Vivo de Cinema Brasileiro. Dirigiu também os shows “Raízes da Portela”, com Paulinho da Viola, Marisa Monte, Teresa Cristina e Velha Guarda da Portela; e “Beth Carvalho – 40 anos de carreira”. Em 2009, ganhou o prêmio APTR pelos 20 anos da Cia dos Atores – grupo de teatro do qual participa como sócio fundador.

Agora está em cartaz com o monólogo RICARDO III, pelo qual recebeu 3 indicações aos Prêmios Shell, Cesgranrio e FITA de Melhor Ator 2014, e SAMBA FUTEBOL CLUBE, que recebeu 12 indicações aos Prêmios Shell e Cesgranrio.

 

Eduardo Rieche – Ao longo de 19 anos de carreira, participou de aproximadamente 25 espetáculos profissionais, tendo recebido o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e duas indicações ao Troféu Mambembe. Iniciou suas atividades como dramaturgo com a adaptação do romance infanto-juvenil “As Aventuras de Robinson Crusoé”, monólogo multimídia do qual era o protagonista e produtor. Em 2007, concorrendo com outros 250 inscritos, foi o vencedor de um concurso nacional de dramaturgia promovido pelo CCBB. Seu texto, o musical “É samba na veia, é Candeia”, teve como prêmio a montagem do espetáculo. Escolhido como o Melhor do Ano pelo Júri JB e vencedor do Prêmio Shell de Melhor Direção Musical, o musical lhe rendeu, ainda, uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Autor. Em 2008, adaptou, produziu e encenou o monólogo “Inquieto Coração”, baseado nos escritos filosóficos de Santo Agostinho. O texto foi transformado em livro e será publicado em breve. Sob os auspícios da Funarte/MinC, foi o pesquisador responsável pela exposição “Yara Amaral por Ela Mesma”, dedicando-se também à redação da biografia da atriz, que será lançada em 2010.

O DIRETOR

João Fonseca – Diretor da Cia Os F…Privilegiados, onde encenou, entre outros, “O Casamento”, de Nelson Rodrigues, e “Tudo no Timing”, de David Ives. Seus trabalhos mais recentes são “Era no Tempo do Rei” (2010); “Velha é a Mãe” (2010); “Minha Mãe é uma Peça” (2006) – há três anos em cartaz –, “Escravas do Amor” (2006), com Os F… Privilegiados, “Pão com Mortadela” (2007), adaptação da obra de Charles Bukowsky, “Gota D´água” (2007), musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Um Certo Van Gogh” (2008), com Bruno Gagliasso, “A Falecida” (2008), de Nelson Rodrigues, e “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna (2008). Ganhou o prêmio Shell de Melhor Diretor em 1997 por O Casamento“, o prêmio IBEU de Melhor Diretor em 1999 por “Tudo No Timing“. Foi indicado outras seis vezes ao Shell de melhor diretor pelos espetáculos “Tudo no Timing”, “O Casamento do Pequeno Burguês”, “Édipo Unplugged”, “Escravas do Amor”, “Pão com Mortadela” e “A Falecida”.

“Somente no teatro de revista podemos ter o prazer de reunir personagens como a Torre Eiffel, Zeus a outros meros mortais, como um casal em busca do amor impossível. Somente aqui “coisas” ganham vida e um teatro ou um estilo de teatro pode falar. Viva a alegoria! Fazer uma revista musical com apenas seis atores é um gostoso desafio, e com seis excelentes atores/cantores significa também intensificar esse prazer revisteiro e diversão garantida”, acredita João Fonseca.

 

O ELENCO

César Augusto – Trabalha com a Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor, produtor e, eventualmente, cenógrafo. Paralelamente desenvolveu e participou de outros projetos como o riocenacontemporanea (Festival Internacional de Teatro do Rio de Janeiro), Festival de Teatro de São Jose do Rio Preto e o Núcleo de Festivais Internacionais do Brasil. Em cinema fez os longas “Cleópatra”, de Julio Bressane, “Ressaca”, de Bruno Vianna, e o inédito “No meu Lugar”, com direção de Eduardo Valente. Na Cia. dirigiu os espetáculos “A Babá”, de Denise Crispum, “O Enfermeiro”, baseado no conto de Edgar Allan Poe, “Tristão e Isolda”, de Filipe Miguez, e “Talvez”, que fez parte do projeto “Auto-Peças”, que celebrou os 20 anos da Cia. Além disso, participou do núcleo de direção artística do Espaço Cultural Sérgio Porto e do Teatro Ziembinski. Com formação universitária Publicidade, lecionou durante dois anos na Faculdade da Cidade como professor de Interpretação, sob a direção de Carlos Wilson.

Cristiano Gualda – Começou a carreira de ator de teatro na Cia Atores de Laura, de Daniel Herz e Suzanna Krugger, da qual foi integrante até 2001. Nos últimos anos, atuou em diversas produções do teatro musical carioca, entre elas “South American Way” e “Império”, de Miguel Falabella, e “Cristal Bacharach”, “Ópera do Malandro” e “Beatles num céu de diamantes”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho. Desenvolve um trabalho de estudo e criação de dramaturgia musical com o grupo OBARRA, que culminou no lançamento do CD e do espetáculo musical “Zé com a mão na porta”. Também atua na área do audio-visual: co-dirigiu e apresentou o programa “Stargame”, exibido pelo canal Multishow. Co-produziu o documentário “Câmera Close”, sobre a vida do ator Jorge Loredo, e foi roteirista do documentário “Três irmãos de sangue”, sobre os irmãos Betinho, Henfil, e Francisco Mário (prêmio de melhor roteiro no festival de Goiânia 2006 e melhor filme no V Cinefest Petrobrás, em Nova York).

Gottsha Ficou conhecida em 1995, quando a música “No One to Answer” (título de seu primeiro album, no estilo eurodance) estourou nas rádios brasileiras e em outros 50 países. O vídeoclipe, lançado na MTV, concorreu ao prêmio de melhor do ano, ficando entre os dez primeiros. “Break Out”, seu segundo hit foi tema de Malhação (TV Globo) e utilizado em quase todas as academias de ginástica do País. Vieram outros sucessos: “So true”, “Dance the night away” e “Do you wanna Love me?”. No teatro estreou no musical “As Malvadas” (1997) e esteve ainda em “Ó Abre-alas”, “7 – O Musical” e “Beatles num Céu de Diamantes”, entre outros sucessos. Fez as novelas “Celebridade”, “Senhora do Destino” e “Duas Caras”, e a minissérie “Chiquinha Gonzaga”, todas na TV Globo. Em 2000 faturou o Prêmio Qualidade Brasil de atriz revelação pelo musical “Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava”.

Gustavo Gasparani – Formado em canto e dança, iniciou carreira há 26 anos no Teatro Amador do Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Em 1989 fundou a “Cia dos Atores”, dirigida por Enrique Díaz, onde encenou “A Bao A Qu”, “Melodrama”, “Noites Cariocas”, “Cobaias de Satã”, “O Rei da Vela”, “Meu Destino é Pecar” e “O Bem Amado”, entre outros. Com a Cia participou de festivais na Argentina, EUA, Portugal, Espanha e recebeu prêmios como Shell, APCA, Molière e Mambembe. Estudou balé clássico, fonoaudiologia, mímica e técnica de Alexander e participou de mais de 35 espetáculos ao lado de nomes como Amir Haddad, Rubens Corrêa, Marco Nanini, Sérgio Britto, Guel Arraes, Maria Clara Machado, Dênis Carvalho e Zé Celso Martinez Corrêa. Na TV participou de “Dalva e Herivelto” , “A Grande Família”, “Sítio do Pica-pau Amarelo” e ”Anos Rebeldes” e no cinema fez “Orfeu”, de Cacá Diegues, ”Uma Bela Noite Para Voar”, de Zelito Viana, “Xangô de Backer Street”, de Miguel Faria Jr, “Orquestra dos Meninos” de Paulo Thiago, e “Buffo & Spallanzani”, de Flávio Tambellini. É professor de teatro para adolescentes no Andrews e na Casa de Cultura Laura Alvim. Há 20 anos desfila como passista na Mangueira.

Ester Elias – Soprano-lírico, começou a cantar em corais desde muito jovem. Entre outros trabalhos, atuou como solista nos musicais “O Fantasma da Ópera” e “Jesus Christ Superstar” e nas óperas “Carmina Burana”, “La Traviata” e “Madama Butterfly”. Esteve também nos espetáculos “Disney Song’s” e “Duet’s on Broadway”. Como cantora, suas últimas atuações foram nas óperas “Carmen” e “Alzira” e a Sinfonia dos 500 Anos do Brasil. Atuou ainda nos musicais “Les Misérables”, “Ópera do Malandro”, “Cristal Bacharach”, “Lado a Lado com Sondheim” e “Império”. Seu último papel foi no grande sucesso “A Noviça Rebelde”, onde dividiu com Kiara Sasso o papel título do musical, a personagem Maria Hainer. Com o Coro Feminino de Brasília apresentou-se na Costa Rica, Argentina, Uruguai e Itália, ganhando nove prêmios nas categorias religiosa e gospel. Além disso, ganhou o prêmio especial de Melhor Interpretação de Música Gospel no concurso In…Canto Sul Garda.

Solange Badim – Iniciou a carreira em 1981 protagonizando “Banhos”, de Paulo Reis. Trabalhou com os diretores Cecil Thiré, Hamilton Vaz Pereira, Sura Berditchevski, Antônio de Bonis, Domingos de Oliveira, João Bethencourt, Charles Möeller e Claudio Botelho, entre outros. Em 1987, Solange foi indicada duplamente para o Prêmio Mambembe de melhor atriz por “Sujô no Olimpo” e “A Gata Borralheira”. Em 1995, recebeu o Prêmio Cultura Inglesa de Teatro por “As Armas e o Homem de Chocolate”. Na TV, atuou na novela “Porto dos Milagres” e na minissérie “Decadência”, além de ter feito participações nos seriados “Carga Pesada”, “Sob Nova Direção”, “A Diarista” e “A Grande Família”. Participou também dos espetáculos “1/4 de Amor”, “Peter Pan” e “Mercedes de Medelin”. Na área de musicais, atuou em “Arca de Noé”, “O Século do Progresso”, “Lamartine para Inglêz ver”, “Cafona sim e daí”, “Dolores”, “Company”, “Suburbano Coração”, “O Fantasma do Teatro”, “Cristal Bacharach” e “Rádio Nacional – As ondas que conquistaram o Brasil”. Em 2008, integrou o elenco do musical “A Noviça Rebelde”, de Charles Möeller e Claudio Botelho, pelo qual foi indicada ao Prêmio APTR de melhor atriz coadjuvante.  

 

A DIREÇÃO MUSICAL

João Callado – É cavaquinhista, arranjador, diretor musical e compositor. Já acompanhou artistas como Marisa Monte, Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Elton Medeiros, Yamandú Costa, Elza Soares, Paulo Moura, entre outros. Fez a direção musical dos espetáculos “Pedro Mico” (1997), “A Flor e o Samba” (1999 e 2005), “Uma Rede pra Iemanjá” (2000), “Rio… Enredo do meu Samba” (2004 e 2005) e “Opereta Carioca” (2008). Participou de várias gravações como cavaquinhista, arranjador e compositor e integra o Grupo Semente que acompanha a cantora Teresa Cristina, tendo se apresentado no Japão, França, Alemanha e grande parte do Brasil.

Nando Duarte – Aluno de Dino 7 Cordas, Luiz Otávio Braga e Hélio Delmiro, trabalhou com artistas como Zélia Duncan, Olívia Byington, Gal Costa, Orlandivo, Clara Sandroni, Grupo Abraçando Jacaré, Zé da Velha e Silvério Pontes, Paulo Sérgio Santos e Leandro Braga. Toca com o violinista francês Nicolas Krassik e com a cantora Lucina e acompanha o cavaquinhista Henrique Cazes. É diretor musical e violonista do show e do DVD “Bêba-me”, de Elza Soares, com quem já se apresentou em vários países da Europa. Fez a direção musical do espetáculo “Opereta Carioca” (2008).

O ESPETÁCULO

       “Oui, Oui…a França é Aqui!” utiliza o formato da revista-de-ano para contar os mais de 500 anos da influência da França no Rio de Janeiro. Como fio condutor da trama, o musical utiliza a comédia de costume, em um ato, “O Tipo Brasileiro”, de França Junior. Nesta peça o autor faz um apanhado da influência estrangeira no dia a dia da população carioca e com muito humor e picardia mostra o “estrangeirismo” que imperava no Rio de sua época. Fato que nos parece estranhamente contemporâneo.

“Após este meu terceiro texto para musical, percebo que minha maior inspiração é a própria cidade do Rio de Janeiro. Em Otelo da Mangueira fui a Shakespeare para retratar o Rio dos poetas mangueirenses da década de 40. Em Opereta Carioca, através de sambas de todos os estilos e épocas, narrei as peripécias de um casal mítico da nossa cidade – a cabrocha e o malandro. E agora, com  Oui, Oui…a França é Aqui!, vou à França para ser o mais carioca possível! Enfim, sigo em busca de um teatro musical carioca”, diz Gustavo Gasparani.

O roteiro musical vai dos salões aos cortiços e morros cariocas, passando por inusitadas versões. E nessa mistura de ritmos e sons encontraremos um leve toque à francesa, ora nas letras, ora nas melodias das canções. Além de grandes sucessos do cancioneiro francês. E muitos personagens surpreendentes de todas as épocas cruzarão pela história num autêntico samba do crioulo doido.

OUI, OUI… A FRANÇA É AQUI! A REVISTA DO ANO

28 de novembro de 2014

AS CRÍTICAS

“É justo que a mais alegre comemoração do ano França-Brasil tenha lugar no Teatro Maison de France…O elenco de ‘Oui Oui’ tem a alegria e o humor de quem faz um trabalho prazeroso e está empenhado em uma alegre comunicação com o público” Barbara Heliodora – O Globo – Nov/09

“Ranzinzas, conservadores, mal-humorados, treme – ela voltou. E voltou com a benção de sua mãe pátria, a França, e a mordacidade carioca mais corrosiva…Trata-se de mais um marco histórico na busca de uma nova era para o musical carioca” Tânia Brandão – O Globo – Nov/09

“A peça parece mesmo trabalho de companhia. Solange Badim, impagável como a francesa Torre Eiffel, Cristiano Gualda, Marya Bravo, Gottsha, César Augusto e Gustavo Gasparani num tour de force de canto e humor, se integram bem e se divertem junto com o público” Cristiane Jatahy – O Globo – Nov/09

 

“Dirigido por João Fonseca, o musical retrata com bom humor a influência francesa no Brasil. Em formato de revista do ano, gênero surgido na França no século XVIII, a montagem é costurada por esquetes e números musicais impagáveis entoados por seis atores-cantores de alto nível” Letícia Pimenta – Veja Rio – Nov/09

OS AUTORES

Gustavo Gasparani – Com “Oui, Oui… a França é Aqui!” continua seu trabalho de pesquisa e busca de uma dramaturgia genuinamente brasileira para musicais, iniciado com “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “Otelo da Mangueira” e “Opereta Carioca”.  “Opereta Carioca” foi indicada como Melhor Musical Brasileiro e Melhor Cenário na edição de 2009 do Prêmio Contigo. “Otelo da Mangueira” foi indicado ao prêmio Shell 2005 e considerado um dos quatro melhores espetáculos de 2006 pela imprensa paulista e por Antunes Filho. Fez turnê por 10 cidades do país e foi indicada pela crítica Bárbara Heliodora, em seu livro “Por que ler Shakespeare?”, como uma das melhores adaptações a partir do universo shakespeareano, juntamente com as obras de Verdi, Prokofiev, Mendelsshon, Orson Welles, Martins Pena e Leonard Berstein. “Opereta Carioca” foi um dos 10 melhores espetáculos de 2008 segundo o jornal O Dia, recebeu rasgados elogios de Sérgio Brito e indicação ao prêmio Shell de melhor figurino. Característica marcante do autor e também produtor, que emplacou três musicais de sucesso nos últimos quatro anos, é colocar o Rio como cenário e sua cultura como fonte de inspiração de sua obra. Há três anos faz o roteiro e a direção dos prêmios Estandarte de Ouro (jornal O Globo) e Grande Prêmio Vivo de Cinema Brasileiro. Dirigiu também os shows “Raízes da Portela”, com Paulinho da Viola, Marisa Monte, Teresa Cristina e Velha Guarda da Portela; e “Beth Carvalho – 40 anos de carreira”. Em 2009, ganhou o prêmio APTR pelos 20 anos da Cia dos Atores – grupo de teatro do qual participa como sócio fundador.

Agora está em cartaz com o monólogo RICARDO III, pelo qual recebeu 3 indicações aos Prêmios Shell, Cesgranrio e FITA de Melhor Ator 2014, e SAMBA FUTEBOL CLUBE, que recebeu 12 indicações aos Prêmios Shell e Cesgranrio.

 

Eduardo Rieche – Ao longo de 19 anos de carreira, participou de aproximadamente 25 espetáculos profissionais, tendo recebido o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e duas indicações ao Troféu Mambembe. Iniciou suas atividades como dramaturgo com a adaptação do romance infanto-juvenil “As Aventuras de Robinson Crusoé”, monólogo multimídia do qual era o protagonista e produtor. Em 2007, concorrendo com outros 250 inscritos, foi o vencedor de um concurso nacional de dramaturgia promovido pelo CCBB. Seu texto, o musical “É samba na veia, é Candeia”, teve como prêmio a montagem do espetáculo. Escolhido como o Melhor do Ano pelo Júri JB e vencedor do Prêmio Shell de Melhor Direção Musical, o musical lhe rendeu, ainda, uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Autor. Em 2008, adaptou, produziu e encenou o monólogo “Inquieto Coração”, baseado nos escritos filosóficos de Santo Agostinho. O texto foi transformado em livro e será publicado em breve. Sob os auspícios da Funarte/MinC, foi o pesquisador responsável pela exposição “Yara Amaral por Ela Mesma”, dedicando-se também à redação da biografia da atriz, que será lançada em 2010.

O DIRETOR

João Fonseca – Diretor da Cia Os F…Privilegiados, onde encenou, entre outros, “O Casamento”, de Nelson Rodrigues, e “Tudo no Timing”, de David Ives. Seus trabalhos mais recentes são “Era no Tempo do Rei” (2010); “Velha é a Mãe” (2010); “Minha Mãe é uma Peça” (2006) – há três anos em cartaz –, “Escravas do Amor” (2006), com Os F… Privilegiados, “Pão com Mortadela” (2007), adaptação da obra de Charles Bukowsky, “Gota D´água” (2007), musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Um Certo Van Gogh” (2008), com Bruno Gagliasso, “A Falecida” (2008), de Nelson Rodrigues, e “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna (2008). Ganhou o prêmio Shell de Melhor Diretor em 1997 por O Casamento“, o prêmio IBEU de Melhor Diretor em 1999 por “Tudo No Timing“. Foi indicado outras seis vezes ao Shell de melhor diretor pelos espetáculos “Tudo no Timing”, “O Casamento do Pequeno Burguês”, “Édipo Unplugged”, “Escravas do Amor”, “Pão com Mortadela” e “A Falecida”.

“Somente no teatro de revista podemos ter o prazer de reunir personagens como a Torre Eiffel, Zeus a outros meros mortais, como um casal em busca do amor impossível. Somente aqui “coisas” ganham vida e um teatro ou um estilo de teatro pode falar. Viva a alegoria! Fazer uma revista musical com apenas seis atores é um gostoso desafio, e com seis excelentes atores/cantores significa também intensificar esse prazer revisteiro e diversão garantida”, acredita João Fonseca.

 

O ELENCO

César Augusto – Trabalha com a Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor, produtor e, eventualmente, cenógrafo. Paralelamente desenvolveu e participou de outros projetos como o riocenacontemporanea (Festival Internacional de Teatro do Rio de Janeiro), Festival de Teatro de São Jose do Rio Preto e o Núcleo de Festivais Internacionais do Brasil. Em cinema fez os longas “Cleópatra”, de Julio Bressane, “Ressaca”, de Bruno Vianna, e o inédito “No meu Lugar”, com direção de Eduardo Valente. Na Cia. dirigiu os espetáculos “A Babá”, de Denise Crispum, “O Enfermeiro”, baseado no conto de Edgar Allan Poe, “Tristão e Isolda”, de Filipe Miguez, e “Talvez”, que fez parte do projeto “Auto-Peças”, que celebrou os 20 anos da Cia. Além disso, participou do núcleo de direção artística do Espaço Cultural Sérgio Porto e do Teatro Ziembinski. Com formação universitária Publicidade, lecionou durante dois anos na Faculdade da Cidade como professor de Interpretação, sob a direção de Carlos Wilson.

Cristiano Gualda – Começou a carreira de ator de teatro na Cia Atores de Laura, de Daniel Herz e Suzanna Krugger, da qual foi integrante até 2001. Nos últimos anos, atuou em diversas produções do teatro musical carioca, entre elas “South American Way” e “Império”, de Miguel Falabella, e “Cristal Bacharach”, “Ópera do Malandro” e “Beatles num céu de diamantes”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho. Desenvolve um trabalho de estudo e criação de dramaturgia musical com o grupo OBARRA, que culminou no lançamento do CD e do espetáculo musical “Zé com a mão na porta”. Também atua na área do audio-visual: co-dirigiu e apresentou o programa “Stargame”, exibido pelo canal Multishow. Co-produziu o documentário “Câmera Close”, sobre a vida do ator Jorge Loredo, e foi roteirista do documentário “Três irmãos de sangue”, sobre os irmãos Betinho, Henfil, e Francisco Mário (prêmio de melhor roteiro no festival de Goiânia 2006 e melhor filme no V Cinefest Petrobrás, em Nova York).

Gottsha Ficou conhecida em 1995, quando a música “No One to Answer” (título de seu primeiro album, no estilo eurodance) estourou nas rádios brasileiras e em outros 50 países. O vídeoclipe, lançado na MTV, concorreu ao prêmio de melhor do ano, ficando entre os dez primeiros. “Break Out”, seu segundo hit foi tema de Malhação (TV Globo) e utilizado em quase todas as academias de ginástica do País. Vieram outros sucessos: “So true”, “Dance the night away” e “Do you wanna Love me?”. No teatro estreou no musical “As Malvadas” (1997) e esteve ainda em “Ó Abre-alas”, “7 – O Musical” e “Beatles num Céu de Diamantes”, entre outros sucessos. Fez as novelas “Celebridade”, “Senhora do Destino” e “Duas Caras”, e a minissérie “Chiquinha Gonzaga”, todas na TV Globo. Em 2000 faturou o Prêmio Qualidade Brasil de atriz revelação pelo musical “Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava”.

Gustavo Gasparani – Formado em canto e dança, iniciou carreira há 26 anos no Teatro Amador do Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Em 1989 fundou a “Cia dos Atores”, dirigida por Enrique Díaz, onde encenou “A Bao A Qu”, “Melodrama”, “Noites Cariocas”, “Cobaias de Satã”, “O Rei da Vela”, “Meu Destino é Pecar” e “O Bem Amado”, entre outros. Com a Cia participou de festivais na Argentina, EUA, Portugal, Espanha e recebeu prêmios como Shell, APCA, Molière e Mambembe. Estudou balé clássico, fonoaudiologia, mímica e técnica de Alexander e participou de mais de 35 espetáculos ao lado de nomes como Amir Haddad, Rubens Corrêa, Marco Nanini, Sérgio Britto, Guel Arraes, Maria Clara Machado, Dênis Carvalho e Zé Celso Martinez Corrêa. Na TV participou de “Dalva e Herivelto” , “A Grande Família”, “Sítio do Pica-pau Amarelo” e ”Anos Rebeldes” e no cinema fez “Orfeu”, de Cacá Diegues, ”Uma Bela Noite Para Voar”, de Zelito Viana, “Xangô de Backer Street”, de Miguel Faria Jr, “Orquestra dos Meninos” de Paulo Thiago, e “Buffo & Spallanzani”, de Flávio Tambellini. É professor de teatro para adolescentes no Andrews e na Casa de Cultura Laura Alvim. Há 20 anos desfila como passista na Mangueira.

Ester Elias – Soprano-lírico, começou a cantar em corais desde muito jovem. Entre outros trabalhos, atuou como solista nos musicais “O Fantasma da Ópera” e “Jesus Christ Superstar” e nas óperas “Carmina Burana”, “La Traviata” e “Madama Butterfly”. Esteve também nos espetáculos “Disney Song’s” e “Duet’s on Broadway”. Como cantora, suas últimas atuações foram nas óperas “Carmen” e “Alzira” e a Sinfonia dos 500 Anos do Brasil. Atuou ainda nos musicais “Les Misérables”, “Ópera do Malandro”, “Cristal Bacharach”, “Lado a Lado com Sondheim” e “Império”. Seu último papel foi no grande sucesso “A Noviça Rebelde”, onde dividiu com Kiara Sasso o papel título do musical, a personagem Maria Hainer. Com o Coro Feminino de Brasília apresentou-se na Costa Rica, Argentina, Uruguai e Itália, ganhando nove prêmios nas categorias religiosa e gospel. Além disso, ganhou o prêmio especial de Melhor Interpretação de Música Gospel no concurso In…Canto Sul Garda.

Solange Badim – Iniciou a carreira em 1981 protagonizando “Banhos”, de Paulo Reis. Trabalhou com os diretores Cecil Thiré, Hamilton Vaz Pereira, Sura Berditchevski, Antônio de Bonis, Domingos de Oliveira, João Bethencourt, Charles Möeller e Claudio Botelho, entre outros. Em 1987, Solange foi indicada duplamente para o Prêmio Mambembe de melhor atriz por “Sujô no Olimpo” e “A Gata Borralheira”. Em 1995, recebeu o Prêmio Cultura Inglesa de Teatro por “As Armas e o Homem de Chocolate”. Na TV, atuou na novela “Porto dos Milagres” e na minissérie “Decadência”, além de ter feito participações nos seriados “Carga Pesada”, “Sob Nova Direção”, “A Diarista” e “A Grande Família”. Participou também dos espetáculos “1/4 de Amor”, “Peter Pan” e “Mercedes de Medelin”. Na área de musicais, atuou em “Arca de Noé”, “O Século do Progresso”, “Lamartine para Inglêz ver”, “Cafona sim e daí”, “Dolores”, “Company”, “Suburbano Coração”, “O Fantasma do Teatro”, “Cristal Bacharach” e “Rádio Nacional – As ondas que conquistaram o Brasil”. Em 2008, integrou o elenco do musical “A Noviça Rebelde”, de Charles Möeller e Claudio Botelho, pelo qual foi indicada ao Prêmio APTR de melhor atriz coadjuvante.  

 

A DIREÇÃO MUSICAL

João Callado – É cavaquinhista, arranjador, diretor musical e compositor. Já acompanhou artistas como Marisa Monte, Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Elton Medeiros, Yamandú Costa, Elza Soares, Paulo Moura, entre outros. Fez a direção musical dos espetáculos “Pedro Mico” (1997), “A Flor e o Samba” (1999 e 2005), “Uma Rede pra Iemanjá” (2000), “Rio… Enredo do meu Samba” (2004 e 2005) e “Opereta Carioca” (2008). Participou de várias gravações como cavaquinhista, arranjador e compositor e integra o Grupo Semente que acompanha a cantora Teresa Cristina, tendo se apresentado no Japão, França, Alemanha e grande parte do Brasil.

Nando Duarte – Aluno de Dino 7 Cordas, Luiz Otávio Braga e Hélio Delmiro, trabalhou com artistas como Zélia Duncan, Olívia Byington, Gal Costa, Orlandivo, Clara Sandroni, Grupo Abraçando Jacaré, Zé da Velha e Silvério Pontes, Paulo Sérgio Santos e Leandro Braga. Toca com o violinista francês Nicolas Krassik e com a cantora Lucina e acompanha o cavaquinhista Henrique Cazes. É diretor musical e violonista do show e do DVD “Bêba-me”, de Elza Soares, com quem já se apresentou em vários países da Europa. Fez a direção musical do espetáculo “Opereta Carioca” (2008).

O ESPETÁCULO

       “Oui, Oui…a França é Aqui!” utiliza o formato da revista-de-ano para contar os mais de 500 anos da influência da França no Rio de Janeiro. Como fio condutor da trama, o musical utiliza a comédia de costume, em um ato, “O Tipo Brasileiro”, de França Junior. Nesta peça o autor faz um apanhado da influência estrangeira no dia a dia da população carioca e com muito humor e picardia mostra o “estrangeirismo” que imperava no Rio de sua época. Fato que nos parece estranhamente contemporâneo.

“Após este meu terceiro texto para musical, percebo que minha maior inspiração é a própria cidade do Rio de Janeiro. Em Otelo da Mangueira fui a Shakespeare para retratar o Rio dos poetas mangueirenses da década de 40. Em Opereta Carioca, através de sambas de todos os estilos e épocas, narrei as peripécias de um casal mítico da nossa cidade – a cabrocha e o malandro. E agora, com  Oui, Oui…a França é Aqui!, vou à França para ser o mais carioca possível! Enfim, sigo em busca de um teatro musical carioca”, diz Gustavo Gasparani.

O roteiro musical vai dos salões aos cortiços e morros cariocas, passando por inusitadas versões. E nessa mistura de ritmos e sons encontraremos um leve toque à francesa, ora nas letras, ora nas melodias das canções. Além de grandes sucessos do cancioneiro francês. E muitos personagens surpreendentes de todas as épocas cruzarão pela história num autêntico samba do crioulo doido.

OUI, OUI… A FRANÇA É AQUI! A REVISTA DO ANO

28 de novembro de 2014

AS CRÍTICAS

“É justo que a mais alegre comemoração do ano França-Brasil tenha lugar no Teatro Maison de France…O elenco de ‘Oui Oui’ tem a alegria e o humor de quem faz um trabalho prazeroso e está empenhado em uma alegre comunicação com o público” Barbara Heliodora – O Globo – Nov/09

“Ranzinzas, conservadores, mal-humorados, treme – ela voltou. E voltou com a benção de sua mãe pátria, a França, e a mordacidade carioca mais corrosiva…Trata-se de mais um marco histórico na busca de uma nova era para o musical carioca” Tânia Brandão – O Globo – Nov/09

“A peça parece mesmo trabalho de companhia. Solange Badim, impagável como a francesa Torre Eiffel, Cristiano Gualda, Marya Bravo, Gottsha, César Augusto e Gustavo Gasparani num tour de force de canto e humor, se integram bem e se divertem junto com o público” Cristiane Jatahy – O Globo – Nov/09

 

“Dirigido por João Fonseca, o musical retrata com bom humor a influência francesa no Brasil. Em formato de revista do ano, gênero surgido na França no século XVIII, a montagem é costurada por esquetes e números musicais impagáveis entoados por seis atores-cantores de alto nível” Letícia Pimenta – Veja Rio – Nov/09

O ESPETÁCULO

       “Oui, Oui…a França é Aqui!” utiliza o formato da revista-de-ano para contar os mais de 500 anos da influência da França no Rio de Janeiro. Como fio condutor da trama, o musical utiliza a comédia de costume, em um ato, “O Tipo Brasileiro”, de França Junior. Nesta peça o autor faz um apanhado da influência estrangeira no dia a dia da população carioca e com muito humor e picardia mostra o “estrangeirismo” que imperava no Rio de sua época. Fato que nos parece estranhamente contemporâneo.

“Após este meu terceiro texto para musical, percebo que minha maior inspiração é a própria cidade do Rio de Janeiro. Em Otelo da Mangueira fui a Shakespeare para retratar o Rio dos poetas mangueirenses da década de 40. Em Opereta Carioca, através de sambas de todos os estilos e épocas, narrei as peripécias de um casal mítico da nossa cidade – a cabrocha e o malandro. E agora, com  Oui, Oui…a França é Aqui!, vou à França para ser o mais carioca possível! Enfim, sigo em busca de um teatro musical carioca”, diz Gustavo Gasparani.

O roteiro musical vai dos salões aos cortiços e morros cariocas, passando por inusitadas versões. E nessa mistura de ritmos e sons encontraremos um leve toque à francesa, ora nas letras, ora nas melodias das canções. Além de grandes sucessos do cancioneiro francês. E muitos personagens surpreendentes de todas as épocas cruzarão pela história num autêntico samba do crioulo doido.

OS AUTORES

Gustavo Gasparani – Com “Oui, Oui… a França é Aqui!” continua seu trabalho de pesquisa e busca de uma dramaturgia genuinamente brasileira para musicais, iniciado com “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “Otelo da Mangueira” e “Opereta Carioca”.  “Opereta Carioca” foi indicada como Melhor Musical Brasileiro e Melhor Cenário na edição de 2009 do Prêmio Contigo. “Otelo da Mangueira” foi indicado ao prêmio Shell 2005 e considerado um dos quatro melhores espetáculos de 2006 pela imprensa paulista e por Antunes Filho. Fez turnê por 10 cidades do país e foi indicada pela crítica Bárbara Heliodora, em seu livro “Por que ler Shakespeare?”, como uma das melhores adaptações a partir do universo shakespeareano, juntamente com as obras de Verdi, Prokofiev, Mendelsshon, Orson Welles, Martins Pena e Leonard Berstein. “Opereta Carioca” foi um dos 10 melhores espetáculos de 2008 segundo o jornal O Dia, recebeu rasgados elogios de Sérgio Brito e indicação ao prêmio Shell de melhor figurino. Característica marcante do autor e também produtor, que emplacou três musicais de sucesso nos últimos quatro anos, é colocar o Rio como cenário e sua cultura como fonte de inspiração de sua obra. Há três anos faz o roteiro e a direção dos prêmios Estandarte de Ouro (jornal O Globo) e Grande Prêmio Vivo de Cinema Brasileiro. Dirigiu também os shows “Raízes da Portela”, com Paulinho da Viola, Marisa Monte, Teresa Cristina e Velha Guarda da Portela; e “Beth Carvalho – 40 anos de carreira”. Em 2009, ganhou o prêmio APTR pelos 20 anos da Cia dos Atores – grupo de teatro do qual participa como sócio fundador.

Agora está em cartaz com o monólogo RICARDO III, pelo qual recebeu 3 indicações aos Prêmios Shell, Cesgranrio e FITA de Melhor Ator 2014, e SAMBA FUTEBOL CLUBE, que recebeu 12 indicações aos Prêmios Shell e Cesgranrio.

 

Eduardo Rieche – Ao longo de 19 anos de carreira, participou de aproximadamente 25 espetáculos profissionais, tendo recebido o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e duas indicações ao Troféu Mambembe. Iniciou suas atividades como dramaturgo com a adaptação do romance infanto-juvenil “As Aventuras de Robinson Crusoé”, monólogo multimídia do qual era o protagonista e produtor. Em 2007, concorrendo com outros 250 inscritos, foi o vencedor de um concurso nacional de dramaturgia promovido pelo CCBB. Seu texto, o musical “É samba na veia, é Candeia”, teve como prêmio a montagem do espetáculo. Escolhido como o Melhor do Ano pelo Júri JB e vencedor do Prêmio Shell de Melhor Direção Musical, o musical lhe rendeu, ainda, uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Autor. Em 2008, adaptou, produziu e encenou o monólogo “Inquieto Coração”, baseado nos escritos filosóficos de Santo Agostinho. O texto foi transformado em livro e será publicado em breve. Sob os auspícios da Funarte/MinC, foi o pesquisador responsável pela exposição “Yara Amaral por Ela Mesma”, dedicando-se também à redação da biografia da atriz, que será lançada em 2010.

O DIRETOR

João Fonseca – Diretor da Cia Os F…Privilegiados, onde encenou, entre outros, “O Casamento”, de Nelson Rodrigues, e “Tudo no Timing”, de David Ives. Seus trabalhos mais recentes são “Era no Tempo do Rei” (2010); “Velha é a Mãe” (2010); “Minha Mãe é uma Peça” (2006) – há três anos em cartaz –, “Escravas do Amor” (2006), com Os F… Privilegiados, “Pão com Mortadela” (2007), adaptação da obra de Charles Bukowsky, “Gota D´água” (2007), musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Um Certo Van Gogh” (2008), com Bruno Gagliasso, “A Falecida” (2008), de Nelson Rodrigues, e “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna (2008). Ganhou o prêmio Shell de Melhor Diretor em 1997 por O Casamento“, o prêmio IBEU de Melhor Diretor em 1999 por “Tudo No Timing“. Foi indicado outras seis vezes ao Shell de melhor diretor pelos espetáculos “Tudo no Timing”, “O Casamento do Pequeno Burguês”, “Édipo Unplugged”, “Escravas do Amor”, “Pão com Mortadela” e “A Falecida”.

“Somente no teatro de revista podemos ter o prazer de reunir personagens como a Torre Eiffel, Zeus a outros meros mortais, como um casal em busca do amor impossível. Somente aqui “coisas” ganham vida e um teatro ou um estilo de teatro pode falar. Viva a alegoria! Fazer uma revista musical com apenas seis atores é um gostoso desafio, e com seis excelentes atores/cantores significa também intensificar esse prazer revisteiro e diversão garantida”, acredita João Fonseca.

 

O ELENCO

César Augusto – Trabalha com a Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor, produtor e, eventualmente, cenógrafo. Paralelamente desenvolveu e participou de outros projetos como o riocenacontemporanea (Festival Internacional de Teatro do Rio de Janeiro), Festival de Teatro de São Jose do Rio Preto e o Núcleo de Festivais Internacionais do Brasil. Em cinema fez os longas “Cleópatra”, de Julio Bressane, “Ressaca”, de Bruno Vianna, e o inédito “No meu Lugar”, com direção de Eduardo Valente. Na Cia. dirigiu os espetáculos “A Babá”, de Denise Crispum, “O Enfermeiro”, baseado no conto de Edgar Allan Poe, “Tristão e Isolda”, de Filipe Miguez, e “Talvez”, que fez parte do projeto “Auto-Peças”, que celebrou os 20 anos da Cia. Além disso, participou do núcleo de direção artística do Espaço Cultural Sérgio Porto e do Teatro Ziembinski. Com formação universitária Publicidade, lecionou durante dois anos na Faculdade da Cidade como professor de Interpretação, sob a direção de Carlos Wilson.

Cristiano Gualda – Começou a carreira de ator de teatro na Cia Atores de Laura, de Daniel Herz e Suzanna Krugger, da qual foi integrante até 2001. Nos últimos anos, atuou em diversas produções do teatro musical carioca, entre elas “South American Way” e “Império”, de Miguel Falabella, e “Cristal Bacharach”, “Ópera do Malandro” e “Beatles num céu de diamantes”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho. Desenvolve um trabalho de estudo e criação de dramaturgia musical com o grupo OBARRA, que culminou no lançamento do CD e do espetáculo musical “Zé com a mão na porta”. Também atua na área do audio-visual: co-dirigiu e apresentou o programa “Stargame”, exibido pelo canal Multishow. Co-produziu o documentário “Câmera Close”, sobre a vida do ator Jorge Loredo, e foi roteirista do documentário “Três irmãos de sangue”, sobre os irmãos Betinho, Henfil, e Francisco Mário (prêmio de melhor roteiro no festival de Goiânia 2006 e melhor filme no V Cinefest Petrobrás, em Nova York).

Gottsha Ficou conhecida em 1995, quando a música “No One to Answer” (título de seu primeiro album, no estilo eurodance) estourou nas rádios brasileiras e em outros 50 países. O vídeoclipe, lançado na MTV, concorreu ao prêmio de melhor do ano, ficando entre os dez primeiros. “Break Out”, seu segundo hit foi tema de Malhação (TV Globo) e utilizado em quase todas as academias de ginástica do País. Vieram outros sucessos: “So true”, “Dance the night away” e “Do you wanna Love me?”. No teatro estreou no musical “As Malvadas” (1997) e esteve ainda em “Ó Abre-alas”, “7 – O Musical” e “Beatles num Céu de Diamantes”, entre outros sucessos. Fez as novelas “Celebridade”, “Senhora do Destino” e “Duas Caras”, e a minissérie “Chiquinha Gonzaga”, todas na TV Globo. Em 2000 faturou o Prêmio Qualidade Brasil de atriz revelação pelo musical “Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava”.

Gustavo Gasparani – Formado em canto e dança, iniciou carreira há 26 anos no Teatro Amador do Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Em 1989 fundou a “Cia dos Atores”, dirigida por Enrique Díaz, onde encenou “A Bao A Qu”, “Melodrama”, “Noites Cariocas”, “Cobaias de Satã”, “O Rei da Vela”, “Meu Destino é Pecar” e “O Bem Amado”, entre outros. Com a Cia participou de festivais na Argentina, EUA, Portugal, Espanha e recebeu prêmios como Shell, APCA, Molière e Mambembe. Estudou balé clássico, fonoaudiologia, mímica e técnica de Alexander e participou de mais de 35 espetáculos ao lado de nomes como Amir Haddad, Rubens Corrêa, Marco Nanini, Sérgio Britto, Guel Arraes, Maria Clara Machado, Dênis Carvalho e Zé Celso Martinez Corrêa. Na TV participou de “Dalva e Herivelto” , “A Grande Família”, “Sítio do Pica-pau Amarelo” e ”Anos Rebeldes” e no cinema fez “Orfeu”, de Cacá Diegues, ”Uma Bela Noite Para Voar”, de Zelito Viana, “Xangô de Backer Street”, de Miguel Faria Jr, “Orquestra dos Meninos” de Paulo Thiago, e “Buffo & Spallanzani”, de Flávio Tambellini. É professor de teatro para adolescentes no Andrews e na Casa de Cultura Laura Alvim. Há 20 anos desfila como passista na Mangueira.

Ester Elias – Soprano-lírico, começou a cantar em corais desde muito jovem. Entre outros trabalhos, atuou como solista nos musicais “O Fantasma da Ópera” e “Jesus Christ Superstar” e nas óperas “Carmina Burana”, “La Traviata” e “Madama Butterfly”. Esteve também nos espetáculos “Disney Song’s” e “Duet’s on Broadway”. Como cantora, suas últimas atuações foram nas óperas “Carmen” e “Alzira” e a Sinfonia dos 500 Anos do Brasil. Atuou ainda nos musicais “Les Misérables”, “Ópera do Malandro”, “Cristal Bacharach”, “Lado a Lado com Sondheim” e “Império”. Seu último papel foi no grande sucesso “A Noviça Rebelde”, onde dividiu com Kiara Sasso o papel título do musical, a personagem Maria Hainer. Com o Coro Feminino de Brasília apresentou-se na Costa Rica, Argentina, Uruguai e Itália, ganhando nove prêmios nas categorias religiosa e gospel. Além disso, ganhou o prêmio especial de Melhor Interpretação de Música Gospel no concurso In…Canto Sul Garda.

Solange Badim – Iniciou a carreira em 1981 protagonizando “Banhos”, de Paulo Reis. Trabalhou com os diretores Cecil Thiré, Hamilton Vaz Pereira, Sura Berditchevski, Antônio de Bonis, Domingos de Oliveira, João Bethencourt, Charles Möeller e Claudio Botelho, entre outros. Em 1987, Solange foi indicada duplamente para o Prêmio Mambembe de melhor atriz por “Sujô no Olimpo” e “A Gata Borralheira”. Em 1995, recebeu o Prêmio Cultura Inglesa de Teatro por “As Armas e o Homem de Chocolate”. Na TV, atuou na novela “Porto dos Milagres” e na minissérie “Decadência”, além de ter feito participações nos seriados “Carga Pesada”, “Sob Nova Direção”, “A Diarista” e “A Grande Família”. Participou também dos espetáculos “1/4 de Amor”, “Peter Pan” e “Mercedes de Medelin”. Na área de musicais, atuou em “Arca de Noé”, “O Século do Progresso”, “Lamartine para Inglêz ver”, “Cafona sim e daí”, “Dolores”, “Company”, “Suburbano Coração”, “O Fantasma do Teatro”, “Cristal Bacharach” e “Rádio Nacional – As ondas que conquistaram o Brasil”. Em 2008, integrou o elenco do musical “A Noviça Rebelde”, de Charles Möeller e Claudio Botelho, pelo qual foi indicada ao Prêmio APTR de melhor atriz coadjuvante.  

 

A DIREÇÃO MUSICAL

João Callado – É cavaquinhista, arranjador, diretor musical e compositor. Já acompanhou artistas como Marisa Monte, Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Elton Medeiros, Yamandú Costa, Elza Soares, Paulo Moura, entre outros. Fez a direção musical dos espetáculos “Pedro Mico” (1997), “A Flor e o Samba” (1999 e 2005), “Uma Rede pra Iemanjá” (2000), “Rio… Enredo do meu Samba” (2004 e 2005) e “Opereta Carioca” (2008). Participou de várias gravações como cavaquinhista, arranjador e compositor e integra o Grupo Semente que acompanha a cantora Teresa Cristina, tendo se apresentado no Japão, França, Alemanha e grande parte do Brasil.

Nando Duarte – Aluno de Dino 7 Cordas, Luiz Otávio Braga e Hélio Delmiro, trabalhou com artistas como Zélia Duncan, Olívia Byington, Gal Costa, Orlandivo, Clara Sandroni, Grupo Abraçando Jacaré, Zé da Velha e Silvério Pontes, Paulo Sérgio Santos e Leandro Braga. Toca com o violinista francês Nicolas Krassik e com a cantora Lucina e acompanha o cavaquinhista Henrique Cazes. É diretor musical e violonista do show e do DVD “Bêba-me”, de Elza Soares, com quem já se apresentou em vários países da Europa. Fez a direção musical do espetáculo “Opereta Carioca” (2008).

OUI, OUI… A FRANÇA É AQUI! A REVISTA DO ANO

28 de novembro de 2014

AS CRÍTICAS

“É justo que a mais alegre comemoração do ano França-Brasil tenha lugar no Teatro Maison de France…O elenco de ‘Oui Oui’ tem a alegria e o humor de quem faz um trabalho prazeroso e está empenhado em uma alegre comunicação com o público” Barbara Heliodora – O Globo – Nov/09

“Ranzinzas, conservadores, mal-humorados, treme – ela voltou. E voltou com a benção de sua mãe pátria, a França, e a mordacidade carioca mais corrosiva…Trata-se de mais um marco histórico na busca de uma nova era para o musical carioca” Tânia Brandão – O Globo – Nov/09

“A peça parece mesmo trabalho de companhia. Solange Badim, impagável como a francesa Torre Eiffel, Cristiano Gualda, Marya Bravo, Gottsha, César Augusto e Gustavo Gasparani num tour de force de canto e humor, se integram bem e se divertem junto com o público” Cristiane Jatahy – O Globo – Nov/09

 

“Dirigido por João Fonseca, o musical retrata com bom humor a influência francesa no Brasil. Em formato de revista do ano, gênero surgido na França no século XVIII, a montagem é costurada por esquetes e números musicais impagáveis entoados por seis atores-cantores de alto nível” Letícia Pimenta – Veja Rio – Nov/09

O ESPETÁCULO

       “Oui, Oui…a França é Aqui!” utiliza o formato da revista-de-ano para contar os mais de 500 anos da influência da França no Rio de Janeiro. Como fio condutor da trama, o musical utiliza a comédia de costume, em um ato, “O Tipo Brasileiro”, de França Junior. Nesta peça o autor faz um apanhado da influência estrangeira no dia a dia da população carioca e com muito humor e picardia mostra o “estrangeirismo” que imperava no Rio de sua época. Fato que nos parece estranhamente contemporâneo.

“Após este meu terceiro texto para musical, percebo que minha maior inspiração é a própria cidade do Rio de Janeiro. Em Otelo da Mangueira fui a Shakespeare para retratar o Rio dos poetas mangueirenses da década de 40. Em Opereta Carioca, através de sambas de todos os estilos e épocas, narrei as peripécias de um casal mítico da nossa cidade – a cabrocha e o malandro. E agora, com  Oui, Oui…a França é Aqui!, vou à França para ser o mais carioca possível! Enfim, sigo em busca de um teatro musical carioca”, diz Gustavo Gasparani.

O roteiro musical vai dos salões aos cortiços e morros cariocas, passando por inusitadas versões. E nessa mistura de ritmos e sons encontraremos um leve toque à francesa, ora nas letras, ora nas melodias das canções. Além de grandes sucessos do cancioneiro francês. E muitos personagens surpreendentes de todas as épocas cruzarão pela história num autêntico samba do crioulo doido.

OS AUTORES

Gustavo Gasparani – Com “Oui, Oui… a França é Aqui!” continua seu trabalho de pesquisa e busca de uma dramaturgia genuinamente brasileira para musicais, iniciado com “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “Otelo da Mangueira” e “Opereta Carioca”.  “Opereta Carioca” foi indicada como Melhor Musical Brasileiro e Melhor Cenário na edição de 2009 do Prêmio Contigo. “Otelo da Mangueira” foi indicado ao prêmio Shell 2005 e considerado um dos quatro melhores espetáculos de 2006 pela imprensa paulista e por Antunes Filho. Fez turnê por 10 cidades do país e foi indicada pela crítica Bárbara Heliodora, em seu livro “Por que ler Shakespeare?”, como uma das melhores adaptações a partir do universo shakespeareano, juntamente com as obras de Verdi, Prokofiev, Mendelsshon, Orson Welles, Martins Pena e Leonard Berstein. “Opereta Carioca” foi um dos 10 melhores espetáculos de 2008 segundo o jornal O Dia, recebeu rasgados elogios de Sérgio Brito e indicação ao prêmio Shell de melhor figurino. Característica marcante do autor e também produtor, que emplacou três musicais de sucesso nos últimos quatro anos, é colocar o Rio como cenário e sua cultura como fonte de inspiração de sua obra. Há três anos faz o roteiro e a direção dos prêmios Estandarte de Ouro (jornal O Globo) e Grande Prêmio Vivo de Cinema Brasileiro. Dirigiu também os shows “Raízes da Portela”, com Paulinho da Viola, Marisa Monte, Teresa Cristina e Velha Guarda da Portela; e “Beth Carvalho – 40 anos de carreira”. Em 2009, ganhou o prêmio APTR pelos 20 anos da Cia dos Atores – grupo de teatro do qual participa como sócio fundador.

Agora está em cartaz com o monólogo RICARDO III, pelo qual recebeu 3 indicações aos Prêmios Shell, Cesgranrio e FITA de Melhor Ator 2014, e SAMBA FUTEBOL CLUBE, que recebeu 12 indicações aos Prêmios Shell e Cesgranrio.

 

Eduardo Rieche – Ao longo de 19 anos de carreira, participou de aproximadamente 25 espetáculos profissionais, tendo recebido o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e duas indicações ao Troféu Mambembe. Iniciou suas atividades como dramaturgo com a adaptação do romance infanto-juvenil “As Aventuras de Robinson Crusoé”, monólogo multimídia do qual era o protagonista e produtor. Em 2007, concorrendo com outros 250 inscritos, foi o vencedor de um concurso nacional de dramaturgia promovido pelo CCBB. Seu texto, o musical “É samba na veia, é Candeia”, teve como prêmio a montagem do espetáculo. Escolhido como o Melhor do Ano pelo Júri JB e vencedor do Prêmio Shell de Melhor Direção Musical, o musical lhe rendeu, ainda, uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Autor. Em 2008, adaptou, produziu e encenou o monólogo “Inquieto Coração”, baseado nos escritos filosóficos de Santo Agostinho. O texto foi transformado em livro e será publicado em breve. Sob os auspícios da Funarte/MinC, foi o pesquisador responsável pela exposição “Yara Amaral por Ela Mesma”, dedicando-se também à redação da biografia da atriz, que será lançada em 2010.

O DIRETOR

João Fonseca – Diretor da Cia Os F…Privilegiados, onde encenou, entre outros, “O Casamento”, de Nelson Rodrigues, e “Tudo no Timing”, de David Ives. Seus trabalhos mais recentes são “Era no Tempo do Rei” (2010); “Velha é a Mãe” (2010); “Minha Mãe é uma Peça” (2006) – há três anos em cartaz –, “Escravas do Amor” (2006), com Os F… Privilegiados, “Pão com Mortadela” (2007), adaptação da obra de Charles Bukowsky, “Gota D´água” (2007), musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Um Certo Van Gogh” (2008), com Bruno Gagliasso, “A Falecida” (2008), de Nelson Rodrigues, e “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna (2008). Ganhou o prêmio Shell de Melhor Diretor em 1997 por O Casamento“, o prêmio IBEU de Melhor Diretor em 1999 por “Tudo No Timing“. Foi indicado outras seis vezes ao Shell de melhor diretor pelos espetáculos “Tudo no Timing”, “O Casamento do Pequeno Burguês”, “Édipo Unplugged”, “Escravas do Amor”, “Pão com Mortadela” e “A Falecida”.

“Somente no teatro de revista podemos ter o prazer de reunir personagens como a Torre Eiffel, Zeus a outros meros mortais, como um casal em busca do amor impossível. Somente aqui “coisas” ganham vida e um teatro ou um estilo de teatro pode falar. Viva a alegoria! Fazer uma revista musical com apenas seis atores é um gostoso desafio, e com seis excelentes atores/cantores significa também intensificar esse prazer revisteiro e diversão garantida”, acredita João Fonseca.

 

O ELENCO

César Augusto – Trabalha com a Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor, produtor e, eventualmente, cenógrafo. Paralelamente desenvolveu e participou de outros projetos como o riocenacontemporanea (Festival Internacional de Teatro do Rio de Janeiro), Festival de Teatro de São Jose do Rio Preto e o Núcleo de Festivais Internacionais do Brasil. Em cinema fez os longas “Cleópatra”, de Julio Bressane, “Ressaca”, de Bruno Vianna, e o inédito “No meu Lugar”, com direção de Eduardo Valente. Na Cia. dirigiu os espetáculos “A Babá”, de Denise Crispum, “O Enfermeiro”, baseado no conto de Edgar Allan Poe, “Tristão e Isolda”, de Filipe Miguez, e “Talvez”, que fez parte do projeto “Auto-Peças”, que celebrou os 20 anos da Cia. Além disso, participou do núcleo de direção artística do Espaço Cultural Sérgio Porto e do Teatro Ziembinski. Com formação universitária Publicidade, lecionou durante dois anos na Faculdade da Cidade como professor de Interpretação, sob a direção de Carlos Wilson.

Cristiano Gualda – Começou a carreira de ator de teatro na Cia Atores de Laura, de Daniel Herz e Suzanna Krugger, da qual foi integrante até 2001. Nos últimos anos, atuou em diversas produções do teatro musical carioca, entre elas “South American Way” e “Império”, de Miguel Falabella, e “Cristal Bacharach”, “Ópera do Malandro” e “Beatles num céu de diamantes”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho. Desenvolve um trabalho de estudo e criação de dramaturgia musical com o grupo OBARRA, que culminou no lançamento do CD e do espetáculo musical “Zé com a mão na porta”. Também atua na área do audio-visual: co-dirigiu e apresentou o programa “Stargame”, exibido pelo canal Multishow. Co-produziu o documentário “Câmera Close”, sobre a vida do ator Jorge Loredo, e foi roteirista do documentário “Três irmãos de sangue”, sobre os irmãos Betinho, Henfil, e Francisco Mário (prêmio de melhor roteiro no festival de Goiânia 2006 e melhor filme no V Cinefest Petrobrás, em Nova York).

Gottsha Ficou conhecida em 1995, quando a música “No One to Answer” (título de seu primeiro album, no estilo eurodance) estourou nas rádios brasileiras e em outros 50 países. O vídeoclipe, lançado na MTV, concorreu ao prêmio de melhor do ano, ficando entre os dez primeiros. “Break Out”, seu segundo hit foi tema de Malhação (TV Globo) e utilizado em quase todas as academias de ginástica do País. Vieram outros sucessos: “So true”, “Dance the night away” e “Do you wanna Love me?”. No teatro estreou no musical “As Malvadas” (1997) e esteve ainda em “Ó Abre-alas”, “7 – O Musical” e “Beatles num Céu de Diamantes”, entre outros sucessos. Fez as novelas “Celebridade”, “Senhora do Destino” e “Duas Caras”, e a minissérie “Chiquinha Gonzaga”, todas na TV Globo. Em 2000 faturou o Prêmio Qualidade Brasil de atriz revelação pelo musical “Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava”.

Gustavo Gasparani – Formado em canto e dança, iniciou carreira há 26 anos no Teatro Amador do Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Em 1989 fundou a “Cia dos Atores”, dirigida por Enrique Díaz, onde encenou “A Bao A Qu”, “Melodrama”, “Noites Cariocas”, “Cobaias de Satã”, “O Rei da Vela”, “Meu Destino é Pecar” e “O Bem Amado”, entre outros. Com a Cia participou de festivais na Argentina, EUA, Portugal, Espanha e recebeu prêmios como Shell, APCA, Molière e Mambembe. Estudou balé clássico, fonoaudiologia, mímica e técnica de Alexander e participou de mais de 35 espetáculos ao lado de nomes como Amir Haddad, Rubens Corrêa, Marco Nanini, Sérgio Britto, Guel Arraes, Maria Clara Machado, Dênis Carvalho e Zé Celso Martinez Corrêa. Na TV participou de “Dalva e Herivelto” , “A Grande Família”, “Sítio do Pica-pau Amarelo” e ”Anos Rebeldes” e no cinema fez “Orfeu”, de Cacá Diegues, ”Uma Bela Noite Para Voar”, de Zelito Viana, “Xangô de Backer Street”, de Miguel Faria Jr, “Orquestra dos Meninos” de Paulo Thiago, e “Buffo & Spallanzani”, de Flávio Tambellini. É professor de teatro para adolescentes no Andrews e na Casa de Cultura Laura Alvim. Há 20 anos desfila como passista na Mangueira.

Ester Elias – Soprano-lírico, começou a cantar em corais desde muito jovem. Entre outros trabalhos, atuou como solista nos musicais “O Fantasma da Ópera” e “Jesus Christ Superstar” e nas óperas “Carmina Burana”, “La Traviata” e “Madama Butterfly”. Esteve também nos espetáculos “Disney Song’s” e “Duet’s on Broadway”. Como cantora, suas últimas atuações foram nas óperas “Carmen” e “Alzira” e a Sinfonia dos 500 Anos do Brasil. Atuou ainda nos musicais “Les Misérables”, “Ópera do Malandro”, “Cristal Bacharach”, “Lado a Lado com Sondheim” e “Império”. Seu último papel foi no grande sucesso “A Noviça Rebelde”, onde dividiu com Kiara Sasso o papel título do musical, a personagem Maria Hainer. Com o Coro Feminino de Brasília apresentou-se na Costa Rica, Argentina, Uruguai e Itália, ganhando nove prêmios nas categorias religiosa e gospel. Além disso, ganhou o prêmio especial de Melhor Interpretação de Música Gospel no concurso In…Canto Sul Garda.

Solange Badim – Iniciou a carreira em 1981 protagonizando “Banhos”, de Paulo Reis. Trabalhou com os diretores Cecil Thiré, Hamilton Vaz Pereira, Sura Berditchevski, Antônio de Bonis, Domingos de Oliveira, João Bethencourt, Charles Möeller e Claudio Botelho, entre outros. Em 1987, Solange foi indicada duplamente para o Prêmio Mambembe de melhor atriz por “Sujô no Olimpo” e “A Gata Borralheira”. Em 1995, recebeu o Prêmio Cultura Inglesa de Teatro por “As Armas e o Homem de Chocolate”. Na TV, atuou na novela “Porto dos Milagres” e na minissérie “Decadência”, além de ter feito participações nos seriados “Carga Pesada”, “Sob Nova Direção”, “A Diarista” e “A Grande Família”. Participou também dos espetáculos “1/4 de Amor”, “Peter Pan” e “Mercedes de Medelin”. Na área de musicais, atuou em “Arca de Noé”, “O Século do Progresso”, “Lamartine para Inglêz ver”, “Cafona sim e daí”, “Dolores”, “Company”, “Suburbano Coração”, “O Fantasma do Teatro”, “Cristal Bacharach” e “Rádio Nacional – As ondas que conquistaram o Brasil”. Em 2008, integrou o elenco do musical “A Noviça Rebelde”, de Charles Möeller e Claudio Botelho, pelo qual foi indicada ao Prêmio APTR de melhor atriz coadjuvante.  

 

A DIREÇÃO MUSICAL

João Callado – É cavaquinhista, arranjador, diretor musical e compositor. Já acompanhou artistas como Marisa Monte, Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Elton Medeiros, Yamandú Costa, Elza Soares, Paulo Moura, entre outros. Fez a direção musical dos espetáculos “Pedro Mico” (1997), “A Flor e o Samba” (1999 e 2005), “Uma Rede pra Iemanjá” (2000), “Rio… Enredo do meu Samba” (2004 e 2005) e “Opereta Carioca” (2008). Participou de várias gravações como cavaquinhista, arranjador e compositor e integra o Grupo Semente que acompanha a cantora Teresa Cristina, tendo se apresentado no Japão, França, Alemanha e grande parte do Brasil.

Nando Duarte – Aluno de Dino 7 Cordas, Luiz Otávio Braga e Hélio Delmiro, trabalhou com artistas como Zélia Duncan, Olívia Byington, Gal Costa, Orlandivo, Clara Sandroni, Grupo Abraçando Jacaré, Zé da Velha e Silvério Pontes, Paulo Sérgio Santos e Leandro Braga. Toca com o violinista francês Nicolas Krassik e com a cantora Lucina e acompanha o cavaquinhista Henrique Cazes. É diretor musical e violonista do show e do DVD “Bêba-me”, de Elza Soares, com quem já se apresentou em vários países da Europa. Fez a direção musical do espetáculo “Opereta Carioca” (2008).

OUI, OUI… A FRANÇA É AQUI! A REVISTA DO ANO

28 de novembro de 2014

AS CRÍTICAS

“É justo que a mais alegre comemoração do ano França-Brasil tenha lugar no Teatro Maison de France…O elenco de ‘Oui Oui’ tem a alegria e o humor de quem faz um trabalho prazeroso e está empenhado em uma alegre comunicação com o público” Barbara Heliodora – O Globo – Nov/09

“Ranzinzas, conservadores, mal-humorados, treme – ela voltou. E voltou com a benção de sua mãe pátria, a França, e a mordacidade carioca mais corrosiva…Trata-se de mais um marco histórico na busca de uma nova era para o musical carioca” Tânia Brandão – O Globo – Nov/09

“A peça parece mesmo trabalho de companhia. Solange Badim, impagável como a francesa Torre Eiffel, Cristiano Gualda, Marya Bravo, Gottsha, César Augusto e Gustavo Gasparani num tour de force de canto e humor, se integram bem e se divertem junto com o público” Cristiane Jatahy – O Globo – Nov/09

 

“Dirigido por João Fonseca, o musical retrata com bom humor a influência francesa no Brasil. Em formato de revista do ano, gênero surgido na França no século XVIII, a montagem é costurada por esquetes e números musicais impagáveis entoados por seis atores-cantores de alto nível” Letícia Pimenta – Veja Rio – Nov/09

O ESPETÁCULO

       “Oui, Oui…a França é Aqui!” utiliza o formato da revista-de-ano para contar os mais de 500 anos da influência da França no Rio de Janeiro. Como fio condutor da trama, o musical utiliza a comédia de costume, em um ato, “O Tipo Brasileiro”, de França Junior. Nesta peça o autor faz um apanhado da influência estrangeira no dia a dia da população carioca e com muito humor e picardia mostra o “estrangeirismo” que imperava no Rio de sua época. Fato que nos parece estranhamente contemporâneo.

“Após este meu terceiro texto para musical, percebo que minha maior inspiração é a própria cidade do Rio de Janeiro. Em Otelo da Mangueira fui a Shakespeare para retratar o Rio dos poetas mangueirenses da década de 40. Em Opereta Carioca, através de sambas de todos os estilos e épocas, narrei as peripécias de um casal mítico da nossa cidade – a cabrocha e o malandro. E agora, com  Oui, Oui…a França é Aqui!, vou à França para ser o mais carioca possível! Enfim, sigo em busca de um teatro musical carioca”, diz Gustavo Gasparani.

O roteiro musical vai dos salões aos cortiços e morros cariocas, passando por inusitadas versões. E nessa mistura de ritmos e sons encontraremos um leve toque à francesa, ora nas letras, ora nas melodias das canções. Além de grandes sucessos do cancioneiro francês. E muitos personagens surpreendentes de todas as épocas cruzarão pela história num autêntico samba do crioulo doido.

OS AUTORES

Gustavo Gasparani – Com “Oui, Oui… a França é Aqui!” continua seu trabalho de pesquisa e busca de uma dramaturgia genuinamente brasileira para musicais, iniciado com “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “Otelo da Mangueira” e “Opereta Carioca”.  “Opereta Carioca” foi indicada como Melhor Musical Brasileiro e Melhor Cenário na edição de 2009 do Prêmio Contigo. “Otelo da Mangueira” foi indicado ao prêmio Shell 2005 e considerado um dos quatro melhores espetáculos de 2006 pela imprensa paulista e por Antunes Filho. Fez turnê por 10 cidades do país e foi indicada pela crítica Bárbara Heliodora, em seu livro “Por que ler Shakespeare?”, como uma das melhores adaptações a partir do universo shakespeareano, juntamente com as obras de Verdi, Prokofiev, Mendelsshon, Orson Welles, Martins Pena e Leonard Berstein. “Opereta Carioca” foi um dos 10 melhores espetáculos de 2008 segundo o jornal O Dia, recebeu rasgados elogios de Sérgio Brito e indicação ao prêmio Shell de melhor figurino. Característica marcante do autor e também produtor, que emplacou três musicais de sucesso nos últimos quatro anos, é colocar o Rio como cenário e sua cultura como fonte de inspiração de sua obra. Há três anos faz o roteiro e a direção dos prêmios Estandarte de Ouro (jornal O Globo) e Grande Prêmio Vivo de Cinema Brasileiro. Dirigiu também os shows “Raízes da Portela”, com Paulinho da Viola, Marisa Monte, Teresa Cristina e Velha Guarda da Portela; e “Beth Carvalho – 40 anos de carreira”. Em 2009, ganhou o prêmio APTR pelos 20 anos da Cia dos Atores – grupo de teatro do qual participa como sócio fundador.

Agora está em cartaz com o monólogo RICARDO III, pelo qual recebeu 3 indicações aos Prêmios Shell, Cesgranrio e FITA de Melhor Ator 2014, e SAMBA FUTEBOL CLUBE, que recebeu 12 indicações aos Prêmios Shell e Cesgranrio.

 

Eduardo Rieche – Ao longo de 19 anos de carreira, participou de aproximadamente 25 espetáculos profissionais, tendo recebido o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e duas indicações ao Troféu Mambembe. Iniciou suas atividades como dramaturgo com a adaptação do romance infanto-juvenil “As Aventuras de Robinson Crusoé”, monólogo multimídia do qual era o protagonista e produtor. Em 2007, concorrendo com outros 250 inscritos, foi o vencedor de um concurso nacional de dramaturgia promovido pelo CCBB. Seu texto, o musical “É samba na veia, é Candeia”, teve como prêmio a montagem do espetáculo. Escolhido como o Melhor do Ano pelo Júri JB e vencedor do Prêmio Shell de Melhor Direção Musical, o musical lhe rendeu, ainda, uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Autor. Em 2008, adaptou, produziu e encenou o monólogo “Inquieto Coração”, baseado nos escritos filosóficos de Santo Agostinho. O texto foi transformado em livro e será publicado em breve. Sob os auspícios da Funarte/MinC, foi o pesquisador responsável pela exposição “Yara Amaral por Ela Mesma”, dedicando-se também à redação da biografia da atriz, que será lançada em 2010.

O DIRETOR

João Fonseca – Diretor da Cia Os F…Privilegiados, onde encenou, entre outros, “O Casamento”, de Nelson Rodrigues, e “Tudo no Timing”, de David Ives. Seus trabalhos mais recentes são “Era no Tempo do Rei” (2010); “Velha é a Mãe” (2010); “Minha Mãe é uma Peça” (2006) – há três anos em cartaz –, “Escravas do Amor” (2006), com Os F… Privilegiados, “Pão com Mortadela” (2007), adaptação da obra de Charles Bukowsky, “Gota D´água” (2007), musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Um Certo Van Gogh” (2008), com Bruno Gagliasso, “A Falecida” (2008), de Nelson Rodrigues, e “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna (2008). Ganhou o prêmio Shell de Melhor Diretor em 1997 por O Casamento“, o prêmio IBEU de Melhor Diretor em 1999 por “Tudo No Timing“. Foi indicado outras seis vezes ao Shell de melhor diretor pelos espetáculos “Tudo no Timing”, “O Casamento do Pequeno Burguês”, “Édipo Unplugged”, “Escravas do Amor”, “Pão com Mortadela” e “A Falecida”.

“Somente no teatro de revista podemos ter o prazer de reunir personagens como a Torre Eiffel, Zeus a outros meros mortais, como um casal em busca do amor impossível. Somente aqui “coisas” ganham vida e um teatro ou um estilo de teatro pode falar. Viva a alegoria! Fazer uma revista musical com apenas seis atores é um gostoso desafio, e com seis excelentes atores/cantores significa também intensificar esse prazer revisteiro e diversão garantida”, acredita João Fonseca.

 

O ELENCO

César Augusto – Trabalha com a Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor, produtor e, eventualmente, cenógrafo. Paralelamente desenvolveu e participou de outros projetos como o riocenacontemporanea (Festival Internacional de Teatro do Rio de Janeiro), Festival de Teatro de São Jose do Rio Preto e o Núcleo de Festivais Internacionais do Brasil. Em cinema fez os longas “Cleópatra”, de Julio Bressane, “Ressaca”, de Bruno Vianna, e o inédito “No meu Lugar”, com direção de Eduardo Valente. Na Cia. dirigiu os espetáculos “A Babá”, de Denise Crispum, “O Enfermeiro”, baseado no conto de Edgar Allan Poe, “Tristão e Isolda”, de Filipe Miguez, e “Talvez”, que fez parte do projeto “Auto-Peças”, que celebrou os 20 anos da Cia. Além disso, participou do núcleo de direção artística do Espaço Cultural Sérgio Porto e do Teatro Ziembinski. Com formação universitária Publicidade, lecionou durante dois anos na Faculdade da Cidade como professor de Interpretação, sob a direção de Carlos Wilson.

Cristiano Gualda – Começou a carreira de ator de teatro na Cia Atores de Laura, de Daniel Herz e Suzanna Krugger, da qual foi integrante até 2001. Nos últimos anos, atuou em diversas produções do teatro musical carioca, entre elas “South American Way” e “Império”, de Miguel Falabella, e “Cristal Bacharach”, “Ópera do Malandro” e “Beatles num céu de diamantes”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho. Desenvolve um trabalho de estudo e criação de dramaturgia musical com o grupo OBARRA, que culminou no lançamento do CD e do espetáculo musical “Zé com a mão na porta”. Também atua na área do audio-visual: co-dirigiu e apresentou o programa “Stargame”, exibido pelo canal Multishow. Co-produziu o documentário “Câmera Close”, sobre a vida do ator Jorge Loredo, e foi roteirista do documentário “Três irmãos de sangue”, sobre os irmãos Betinho, Henfil, e Francisco Mário (prêmio de melhor roteiro no festival de Goiânia 2006 e melhor filme no V Cinefest Petrobrás, em Nova York).

Gottsha Ficou conhecida em 1995, quando a música “No One to Answer” (título de seu primeiro album, no estilo eurodance) estourou nas rádios brasileiras e em outros 50 países. O vídeoclipe, lançado na MTV, concorreu ao prêmio de melhor do ano, ficando entre os dez primeiros. “Break Out”, seu segundo hit foi tema de Malhação (TV Globo) e utilizado em quase todas as academias de ginástica do País. Vieram outros sucessos: “So true”, “Dance the night away” e “Do you wanna Love me?”. No teatro estreou no musical “As Malvadas” (1997) e esteve ainda em “Ó Abre-alas”, “7 – O Musical” e “Beatles num Céu de Diamantes”, entre outros sucessos. Fez as novelas “Celebridade”, “Senhora do Destino” e “Duas Caras”, e a minissérie “Chiquinha Gonzaga”, todas na TV Globo. Em 2000 faturou o Prêmio Qualidade Brasil de atriz revelação pelo musical “Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava”.

Gustavo Gasparani – Formado em canto e dança, iniciou carreira há 26 anos no Teatro Amador do Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Em 1989 fundou a “Cia dos Atores”, dirigida por Enrique Díaz, onde encenou “A Bao A Qu”, “Melodrama”, “Noites Cariocas”, “Cobaias de Satã”, “O Rei da Vela”, “Meu Destino é Pecar” e “O Bem Amado”, entre outros. Com a Cia participou de festivais na Argentina, EUA, Portugal, Espanha e recebeu prêmios como Shell, APCA, Molière e Mambembe. Estudou balé clássico, fonoaudiologia, mímica e técnica de Alexander e participou de mais de 35 espetáculos ao lado de nomes como Amir Haddad, Rubens Corrêa, Marco Nanini, Sérgio Britto, Guel Arraes, Maria Clara Machado, Dênis Carvalho e Zé Celso Martinez Corrêa. Na TV participou de “Dalva e Herivelto” , “A Grande Família”, “Sítio do Pica-pau Amarelo” e ”Anos Rebeldes” e no cinema fez “Orfeu”, de Cacá Diegues, ”Uma Bela Noite Para Voar”, de Zelito Viana, “Xangô de Backer Street”, de Miguel Faria Jr, “Orquestra dos Meninos” de Paulo Thiago, e “Buffo & Spallanzani”, de Flávio Tambellini. É professor de teatro para adolescentes no Andrews e na Casa de Cultura Laura Alvim. Há 20 anos desfila como passista na Mangueira.

Ester Elias – Soprano-lírico, começou a cantar em corais desde muito jovem. Entre outros trabalhos, atuou como solista nos musicais “O Fantasma da Ópera” e “Jesus Christ Superstar” e nas óperas “Carmina Burana”, “La Traviata” e “Madama Butterfly”. Esteve também nos espetáculos “Disney Song’s” e “Duet’s on Broadway”. Como cantora, suas últimas atuações foram nas óperas “Carmen” e “Alzira” e a Sinfonia dos 500 Anos do Brasil. Atuou ainda nos musicais “Les Misérables”, “Ópera do Malandro”, “Cristal Bacharach”, “Lado a Lado com Sondheim” e “Império”. Seu último papel foi no grande sucesso “A Noviça Rebelde”, onde dividiu com Kiara Sasso o papel título do musical, a personagem Maria Hainer. Com o Coro Feminino de Brasília apresentou-se na Costa Rica, Argentina, Uruguai e Itália, ganhando nove prêmios nas categorias religiosa e gospel. Além disso, ganhou o prêmio especial de Melhor Interpretação de Música Gospel no concurso In…Canto Sul Garda.

Solange Badim – Iniciou a carreira em 1981 protagonizando “Banhos”, de Paulo Reis. Trabalhou com os diretores Cecil Thiré, Hamilton Vaz Pereira, Sura Berditchevski, Antônio de Bonis, Domingos de Oliveira, João Bethencourt, Charles Möeller e Claudio Botelho, entre outros. Em 1987, Solange foi indicada duplamente para o Prêmio Mambembe de melhor atriz por “Sujô no Olimpo” e “A Gata Borralheira”. Em 1995, recebeu o Prêmio Cultura Inglesa de Teatro por “As Armas e o Homem de Chocolate”. Na TV, atuou na novela “Porto dos Milagres” e na minissérie “Decadência”, além de ter feito participações nos seriados “Carga Pesada”, “Sob Nova Direção”, “A Diarista” e “A Grande Família”. Participou também dos espetáculos “1/4 de Amor”, “Peter Pan” e “Mercedes de Medelin”. Na área de musicais, atuou em “Arca de Noé”, “O Século do Progresso”, “Lamartine para Inglêz ver”, “Cafona sim e daí”, “Dolores”, “Company”, “Suburbano Coração”, “O Fantasma do Teatro”, “Cristal Bacharach” e “Rádio Nacional – As ondas que conquistaram o Brasil”. Em 2008, integrou o elenco do musical “A Noviça Rebelde”, de Charles Möeller e Claudio Botelho, pelo qual foi indicada ao Prêmio APTR de melhor atriz coadjuvante.  

 

A DIREÇÃO MUSICAL

João Callado – É cavaquinhista, arranjador, diretor musical e compositor. Já acompanhou artistas como Marisa Monte, Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Elton Medeiros, Yamandú Costa, Elza Soares, Paulo Moura, entre outros. Fez a direção musical dos espetáculos “Pedro Mico” (1997), “A Flor e o Samba” (1999 e 2005), “Uma Rede pra Iemanjá” (2000), “Rio… Enredo do meu Samba” (2004 e 2005) e “Opereta Carioca” (2008). Participou de várias gravações como cavaquinhista, arranjador e compositor e integra o Grupo Semente que acompanha a cantora Teresa Cristina, tendo se apresentado no Japão, França, Alemanha e grande parte do Brasil.

Nando Duarte – Aluno de Dino 7 Cordas, Luiz Otávio Braga e Hélio Delmiro, trabalhou com artistas como Zélia Duncan, Olívia Byington, Gal Costa, Orlandivo, Clara Sandroni, Grupo Abraçando Jacaré, Zé da Velha e Silvério Pontes, Paulo Sérgio Santos e Leandro Braga. Toca com o violinista francês Nicolas Krassik e com a cantora Lucina e acompanha o cavaquinhista Henrique Cazes. É diretor musical e violonista do show e do DVD “Bêba-me”, de Elza Soares, com quem já se apresentou em vários países da Europa. Fez a direção musical do espetáculo “Opereta Carioca” (2008).

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