Abrigo REESTRUTURANDO VIDAS

Prazo para captação:

De 19/12/17 até 19/12/19

Descrição

Projeto visa reestruturação familiar, agilização no processo de desabrigamento ou de adoção das crianças e adolescentes.

Quem Incentiva Pessoa Jurídica Pessoa Física

Região BR

Tipo de imposto abatido IR

Valor autorizado para captação:

R$ 1.324.869,91

Resumo

Projeto visa reestruturação familiar, agilização no processo de desabrigamento ou de adoção das crianças e adolescentes.

Objetivo

Promover meios de convivência familiar e comunitária para as crianças e adolescentes acolhidos, de forma que o tempo de acolhimento seja uma oportunidade de Reestruturar Vidas.

Nº do Diário Oficial

232/CMDCA-SP/2017

Onde vai acontecer

São Paulo, SP, Brasil

Data de realização

Não definida

Público

Beneficiará 15 (Quinze) crianças e adolescentes acolhidos no Centro de Promoção Social Bororé e suas famílias de origem e extensa.

Descrição

O projeto “REESTRUTURANDO VIDAS” visa intervir e criar meios para superação da situação de violação dos direitos e o estreitamento dos vínculos afetivos, de forma a favorecer a reestruturação familiar e, como consequência, o retorno da criança e do adolescente à família, ou ainda, a construção de um projeto de vida personalizado, tendo em vista a autonomia, o fortalecimento e o empoderamento, trabalhando as habilidades, potencialidades e necessidades individuais das crianças, adolescentes e de suas famílias, evitando-se que retornem à situação de acolhimento.
A metodologia do projeto visa ampliar e favorecer o desenvolvimento das crianças e adolescentes, suas famílias, preparar famílias para apadrinhamento afetivo e os profissionais diretamente envolvidos. O primeiro passo é a acolhida das crianças e adolescentes; em um segundo momento a coleta de informações que possibilitarão conhecer a história de vida da família – como é constituída, onde está inserida, suas relações e interações sociais, sua dinâmica e os motivos do acolhimento das crianças e adolescentes. Além disso, são observados os aspectos sociopsicológicos e jurídicos que possam estar dificultando a reintegração; assim sendo, serão realizados:

 Escuta da criança ou adolescente pela equipe técnica, para conhecimento da história e identificação dos vínculos significativos;
 Elaboração de Diagnostico pela equipe técnica;
 Analise das situações identificadas no diagnostico que embasam o afastamento da criança ou adolescente do convívio familiar;
 Reuniões com a equipe técnica e levantamento de potencialidades e particularidades e necessidades especificas da família;
 Compartilhamento com as crianças e adolescentes acolhidos de informações atualizadas do seu processo junto ao fórum;
 Elaboração do Plano Individual de Atendimento (PIA);
 Reuniões com a equipe técnica do acolhimento para estudo em conjunto com os equipamentos públicos (CRAS, CREAS, Escola, Comunidade, Poder público, UBS, CAPS, Conselho Tutelar, Ministério público e outros);
 Acompanhamento das visitas das famílias às crianças e adolescentes no acolhimento;
 Visitas domiciliares periódicas às famílias das crianças e adolescentes acolhidas;
 Entrevista de orientação psicossocial às famílias, visando o empoderamento e reconhecimento de suas potencialidades para reaverem seus filhos;
 Elaboração de um programa com palestras e dinâmicas para as famílias, com vistas à informação, restauração de vínculos afetivos e qualidade nas visitas no acolhimento;
 Mapeamento dos recursos e programas de apoio familiar, existentes na região onde a família está inserida (encaminhamento para inclusão no Cadastro Único);
 Atendimentos psicológicos, psicopedagógicos e fonoaudiológicos, visando o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes que chegam ao acolhimento com dificuldades nesses aspectos, possivelmente devido à defasagem de experiências de aprendizagem adequadas à idade;
 Acompanhamento com educador físico, possibilitando atividades recreativas, esportivas e lúdicas, usando o corpo como forma de expressão, favorecendo o desenvolvimento de habilidades motoras e sociais;

 Acompanhamento às consultas médicas, reuniões escolares e outros equipamentos para melhor atendimento do caso de cada criança e adolescente;

 Reuniões mensais com a equipe técnica para estudo de caso, monitoramento e avaliação das atividades desenvolvidas;

 Reunião com as mães sociais e equipe técnica para organização da rotina dos lares e agenda das crianças e adolescentes;

 Formação e capacitação das mães sociais visando instrumentalizá-las na sua prática com as crianças e adolescentes;

 Acompanhamento do crescimento e estágios das crianças e adolescentes enquanto estiverem acolhidas, para que sua história seja valorizada, através de fotos, vivências nas escolas e outros equipamentos (montagem de álbum em pen-drive) para que eles possam levar na saída do acolhimento institucional;

 Preparar famílias para receber crianças e adolescente apadrinhamento afetivo;

 Visitas domiciliares no pós-reintegração, com o fornecimento de uma cesta básica mensal durante os seis meses de acompanhamento.

Download e material complementar

• Sites, redes sociais.

• Abre espaço para integração com ações de voluntariado da empresa.

• Relatório de prestação de contas anuais.

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